A primeira vez, pai…

Pai, por várias vezes estive para iniciar as minhas conversas contigo, desde que partiste, e é assim, com “Pai”, que sempre tenho começado a escrever, sem escrever, ou seja, mentalmente elaboro a primeira frase, sai num ímpeto, a primeira frase ou talvez nem isso, em verdade as primeiras palavras, a entrada na longa conversa que admito que iremos ter. Então, impõe-se a primeira palavra, Pai, e, afinal, não tenho passado daí, nem eu sei bem por quê, a empreitada é imensa e difícil, por isso, certamente, tenho adiado, adiado, como tantas vezes fiz com outras coisas e momentos da minha vida, coisas aparentemente simples, outras mais complexas, mas isso agora é algo que não interessa. Interessa, sim, quais as razões por que não iniciei, há muito, a conversa, longa conversa, que deveria ter começado contigo, e cuja necessidade se me impôs, muito antes de tu partires, necessidade, até, do tempo em que era adolescente. Não sei responder. Pelo menos, ainda.

Conversa é um modo de dizer, pois que, embora tendo-te bem presente, que a memória de ti é muito forte, impressiva, tu não vais estar em pessoa, aqui, à minha frente ou a meu lado (mas tu gostavas mais de estar de frente) porque já nos deixaste em 19 de Abril de 2005, um dia fresco, de muito sol, uma claridade forte, talvez um cenário que seria a teu gosto, se o pudesses apreciar ainda, mas foi no hospital que te despediste, estúpido lugar, foi o Alfredo a ligar-me a meio da manhã, a dizer “o Pai apagou-se”, e ficou tudo vazio, naquele silêncio de milésimos eternos entre nós dois, é sempre o que não queríamos ou pensávamos ouvir, mas foi assim, o resto foi o costume, tu também viveste as dores desses passos da vida, quando foi de teus pais, da nossa Nélita e do teu irmão, o tio João, além de outros que te eram tão próximos, como o Zé Costa, irmão da Elisa do Manelzico, e o Sabino, pai do João Ferreira.

Foi pela Primavera que partiste, cenário de flores, de sol e alguma quietude, daqueles dias que gostavas de apreciar, mesmo quando, sitiado pelo inexorável avançar da idade, sentado ao volante do carro estacionado para sempre, à entrada da vinha, sem energia já para qualquer viagem, da tua parte e do carro (e tu fizeste tantas e tão diversas viagens!…) aconchegavas-te ali, onde aguardavas o chegar da tarde, o canto dos pássaros, o florescer das azedas, o rebentar da vida na natureza à tua volta, sementeira de futuro no cabeço que te serviu de casal décadas a fio. Tu, que tantas vezes disseste “a vida é tão bonita!”, e nessa afirmação decerto a antecipada tristeza pela inevitabilidade da partida, como se adiantando a essa frase qualquer coisa como “não há nada mais bonito do que a vida” e tinhas razão, ou pelo menos também assim penso, aliás digo e sinto o mesmo, só não tenho tantos sonhos como aqueles que nos contavas, e que foram em maior quantidade à medida que envelhecias, alguns em que, disseste-nos, voavas livremente, feliz, por sobre montanhas e vales profundos, os campos sempre verdejantes, e dizias que só querias que fosse mesmo verdade e nós, talvez duvidando desse universo onírico, fantástico, que as noites te traziam, atribuíamos isso à tua capacidade inventiva, que foi sempre alta, mas sabes, também já tive uma vez ou outra sonhos desses, estou mesmo a voar, até estico os braços e as pernas, sou como ave em pleno voo e, cá em baixo, o colorido dos campos, as árvores, as casas com seus telhados e chaminés, as clareiras, mas não há pessoas, não há carros nem animais, não há movimento, só eu pelos ares, mais ninguém a fazer o mesmo, muito alto, muito alto, o vento dando-me em cheio no rosto, eu subindo e descendo, a contornar as dobras dos montes, depois rentinho rentinho ao solo, como quem toca as flores mas não toca, e elas ficam como que em onda pela minha passagem, eu sorridente e feliz, tudo tão natural, até que vem lentamente o acordar do sonho, seguido da enorme vontade de que ele volte, ou de que eu a ele volte… mas só ainda tive este sonho duas ou três vezes, Pai, e, contigo, isso acontecia regularmente, tanto que estavas sempre a contar como era, rematavas com “se fosse verdade, se eu pudesse voar…”. Quando eu partir, que seja assim, a sonhar, como tu sonhavas e eu… vou a caminho.

Nasceste no dia 10 de Novembro de 1917, Pai. Foi há cem anos, velhote! Partiste aos noventa e dois. Em cada aniversário, dizias: p’ró ano já cá não estou. Claro que um dia tinha de ser, mas, sabes uma coisa, no último dos teus aniversários não disseste “p’ró ano já cá não estou”. E foste embora. Quando o Pai parte deixa um enorme vazio. Quando a Mãe parte deixa um enorme vazio. Vazios diferentes, consoante as pessoas que foram em vida, e consoante as pessoas que sentem a partida, neste caso os filhos. É o que eu sinto. A partida da Mãe é a partida das entranhas, das profundezas luminosas de onde viemos, da natureza humana que brota, do amor que temos antes de sermos gente nascida, acariciados no seu ventre a cada solavanco, a casa espirro, a cada necessidade de alimento, de conversa, de carinho, de toque, de mimo, de sonho… vais ser, meu bebé… isto e mais aquilo, mas só quero que venhas perfeitinho, depois hás-de ser… E a Mãe a ver-nos sempre bebé seu, toda a vida… A partida do Pai é a partida da árvore, do poste a que nos arrimamos em criança e pela vida fora, da segurança contra o ambiente, o fiel do equilíbrio para que tudo corra bem, a mão que nos agarra, o abraço que nos protege, o desafiador militante para enfrentarmos a vida… o espírito de criança, feito adulto, porém igual a nós, até à partida.

Quando teu Pai partiu, eu já estava em Lisboa. Recebi a notícia de ti, pelo telefone. Também fiquei quase em silêncio, perante a tua emoção, e foi depois que combinámos que iria dizer ao tio João que… o avô Alfredo estava muito mal, que era melhor ir vê-lo, ao Vale… que estava em casa, muito doente… Fui à Praça das Flores, imediatamente, e lá atamanquei aquela informação que combinámos, mas a tia Delmira percebeu logo, e fiz-lhe sinal que sim, que o avô tinha morrido. Fizemos a viagem por comboio, e o tio João, a mostrar-se forte (que ele, na tropa, era o “peitos d’aço”, mas isso é para outras crónicas…) foi fazendo conversas sobre milhentas coisas só que, por alturas da Azambuja, imbicou para o avô Alfredo, já de lá não saiu até chegarmos ao Vale, e foi a partir daí que eu concluí: já deduziu que o pai dele morreu. Então eu, que já o conhecia bem, encostei-me mais a ele, e pouco depois começámos a chorar os dois, como crianças, até chegarmos à estação do Vale, as lágrimas a caírem e eu a desejar que o comboio chegasse depressa à estação… Subimos a pequena rua e, já perto da taberna do Leirião, alguns homens foram abraçar o tio, e assim continuou a acontecer, pelo Vale acima, até parecia que estavam todos à espera dele. Quando chegámos ao quintal da casa dos avós, no Rio das Patas, tu e o tio abraçaram-se, longamente, em soluços que eram urros, só depois chegaram ao pé da avó, e foi ali que, pela primeira vez, o sentimento forte da partida de alguém que nos é querido, me apanhou em cheio e me deixou pequenino…

Não me lembro, Pai, da primeira vez em que me pegaste ao colo, mas como havia de me lembrar?!… Tu sim, terás certamente guardado para sempre esse momento, para não esquecer, como também assim terá sido com todos nós, teus filhos, nove ao todo. A primeira vez. A minha primeira vez de segurar um filho nos braços foi quando, em 15 de Outubro de 1971, regressei da guerra, em Angola. Foi no cais, logo após o desembarque, estava a Cidália com o Sérgio à minha espera, como bem sabes. Um dia inimitável, por tantas razões. Depois foi com a Adriana, já no aconchego da maternidade, em 12 de Fevereiro de 1974, era quase noite. A primeira vez, Pai, é sempre irrepetível. Ao fim de muitos anos de desejos e intenções, comecei hoje a escrever-te, como se fosse uma conversa. É uma necessidade. Qualquer coisa de inadiável, de imperioso, na minha vida. Melhor fora que tivesse sido em vida; decerto seria mais rico, mais partilhado, mais esclarecedor. O tempo dirá.

A memória mais antiga de ti, Pai, é de quando me levaste a Coruche, tinha eu quatro anos. Havia lá um jogo da bola, fomos numa camioneta do Vinagre, e iam outros homens do Vale. Das equipas e de quem ganhou nada lembro, só sei que fizemos uma viagem de muita cantoria e confusão: os homens beberam à farta e, no regresso, já de noite, adormeci com o ronronar do autocarro. Quando chegámos ao Vale estava muito maldisposto, de tantas coisas que havia comido, de tal modo que me carregaste às costas, carreiro acima, entregando-me à Mãe mais morto que vivo, foi ela que tratou de me recuperar com lavagens e chás, eficazes como sempre. Pouco tempo depois, tinha quase quatro anos e meio, houve nova excursão, do Vale a Tomar, mas o interesse particular era a barragem de Castelo do Bode, quase terminada por essa altura. Estava previsto que iria contigo, porém, no dia anterior, fui surpreendido com a informação de que tu não podias ir, que seria o tio João a acompanhar-me. A viagem correu muito bem, cheia de peripécias, que hei-de contar. A principal novidade foi que, quando o tio João me levou a casa, estavas à minha espera e disseste: anda cá, vou-te mostrar o teu novo irmão. Era dia 9 de Julho de 1950 e, ao lado da Mãe, estava o António. Foi a primeira vez que dei pelo nascimento de um irmão. Outros mais iriam chegar.

Recordo-me, Pai, do ano em que fui, pela primeira vez, para a colónia balnear. Foi depois de terminada a primeira classe. A Mãe preparou tudo, como era costume e, também como de costume, chegámos à paragem do Manel d’Oliveira quando a carreira do Vinagre já aparecia na curva apertada, na subida. Viajámos até Lisboa, mas antes, na paragem em Vila Franca de Xira, compraste rebuçados de “cada-cor-seu-paladar”, que saboreei pela primeira vez. Depois de sairmos para a Rua da Palma (fizeste questão de chamar a atenção para a placa onde estava o nome da rua) seguimos de eléctrico para o Cais do Sodré, de onde saímos, eram dezenas de rapazes e familiares, para a colónia balnear, no Estoril. Foste comigo até à camarata, ajudaste-me a pôr as coisas num armário, disseste para guardar as minhas economias (levava um porta-moedas de cabedal, novinho, com catorze escudos, uma fortuna!) e uma bola de borracha, cheia de veios, às cores. Disseste que não me podia distrair, que os outros podiam roubar, como na tropa… Depois, durante algum tempo, estiveste comigo na zona de recreio, fazia calor e ficámos sentados num banco, à sombra de uma árvore. Estava prestes a terminar aquele tempo, senti eu, até te ires embora, mas ainda me disseste: tens lá os postais, não te esqueças de escrever… Havias comprado cinco postais dos correios, tinham aquele desenho do homem montado no cavalo. Mas, para ser mais fácil, já tinhas preenchido o destinatário, na parte da frente: Manuel da Silva Sá – Vale de Santarém. Portanto, bastava só escrever, e até disseste: podes dizer só “estou bem”… Para isso, na mala eu tinha levado um lápis, bem afiado. Depois desta conversa, em que comecei a sentir que estavas quase a ir embora, e aquilo estava a ser difícil para mim e para ti, enchi-me de coragem e disse-te: Pai, pode ir embora… eu fico aqui, mas não vou olhar para você a ir-se embora, eu não vou chorar, pode ir… E assim foi, tu abraçaste-me, o primeiro abraço de que me recordo, virei-me de costas, e foi ao ficar com o olhar fixo numa árvore em frente que, afinal, fui chorando devagarinho, até que chegou uma vigilante e me acarinhou, aliviando a tristeza da tua partida. Ainda mandei dois postais, mas houve um dia em que, tendo-me distraído, me roubaram a bola e o porta-moedas, tudo no mesmo dia, nunca mais consegui recuperá-los, apesar de me ter queixado à vigilante. No dia seguinte, estando a contar, no terceiro postal, o que tinha acontecido, veio um e começou a gozar comigo, a dizer que eu tinha letra de quem não sabia escrever, de modo que larguei o postal e o lápis e me atirei a ele, acabei por feri-lo, teve de ir à enfermaria. O resultado é que me puxaram as orelhas até à dor, e não houve mais postais, porque fiquei de castigo logo nesse dia, até o lápis me foi retirado…

A primeira vez que me levaste a Santarém, para o exame à Escola Técnica, foi marcante, Pai. Foi o tempo em que a Mãe, cumprida a missão de me acompanhar quanto à escola primária, no Vale, me viu partir para o teu controlo, no capítulo escolar, em Santarém, de que um dia falaremos. Depois, feita a admissão, foi a entrada: o primeiro dia de aulas e o percurso seguinte, que foste acompanhando, à distância, pensava eu, mas não tiravas os olhos de mim. Nesses anos de escola, em Santarém, muitas situações ocorreram, incluindo ter começado a jogar futebol nos Leões de Santarém e, fosse onde fosse, quando menos esperava, lá estavas tu junto à lateral a ver o jogo, para depois fazeres a tua apreciação, por regra mais exigente do que o mais exigente dos comentadores desportivos.

Houve um dia em que Santarém ficou para trás. Foi quando acabei de concluir o exame de admissão ao Instituto Comercial e parti para Lisboa. Estava cumprida a etapa para a qual havias depositado esperanças de que conseguisse formação secundária para ter um emprego mais qualificado. Foi em 1964, e foi também em Dezembro desse ano que comecei a trabalhar no banco, de dia, e a estudar à noite. Viria ainda o tempo da vida militar e da guerra colonial, depois o tempo da formação da minha família, da chegada dos filhos. Viria o dia único, inesquecível, de 25 de Abril de 1974, que saudámos sentidamente. Logo no sábado a seguir, cheguei à Fonte Boa e abraçámo-nos rijamente, pela primeira vez com vivas à liberdade, junto à empena da nossa casa. Parecíamos dois garotos. Sem desfalecimentos, continuámos a celebrar esse acto heróico, por aquilo que, bem sabemos, foi sepultado nesse dia e pelo que viria a seguir. 

Temos muito mais para conversar, Pai. Esta foi a primeira vez, depois que partiste. Nos cem anos do teu nascimento.

10 Novembro 2017.

Manuel João Sá.

Pai8
Manuel da Silva Sá. Nasceu no Vale de Santarém, em 1917. Faleceu em 2005.

Autor: 60emais

Português.

7 opiniões sobre “A primeira vez, pai…”

  1. Bela e sentida crónica, amigo!
    “Este parte, aquele parte, e todos, todos se vão..”.
    Saudades do teu pai!

    Reinaldo

  2. É TOCANTE A MANEIRA SINGELA E FÁCIL COMO O SENHOR FAZ USO DAS PALAVRAS.PARA QUANDO A PUBLICAÇÃO DE UM LIVRO DE MEMÓRIAS?

  3. Obrigado por partilhares a tua vida comigo.
    Também continuo a falar e a sonhar muito com o meu Pai, que partiu súbito muito antes, em 1981.

  4. Gostei muito da “conversa com o teu pai”…afinal somos quem somos porque as memórias afectivas não se perdem. Continua a não esquecer!

  5. Comentários enviados por mail.

    De António Marques

    Olá Manuel João,

    Os meus agradecimentos por me teres incluído na lista dos que recebem os teus emails.
    Este texto não me surpreende. Apesar de não nos vermos há muitos anos, quase perdendo o contacto, tenho-te presente com a fotografia que tive oportunidade de te ter tirado quando, com o José Borges, nos encontrávamos no jardim da Fonte-Boa para estudar.
    Raramente me equivoco nas “fotos” que tiro com a minha “máquina visual e analítica”.
    Se tivesse seguido psicologia, creio que seria um bom profissional.
    Acompanhei o teu percurso em longas conversas com o teu pai, pois nos entendíamos perfeitamente desde que me “empurraram” para ser secretário da direcção da Sociedade Recreativa Operária do Vale de Santarém.
    Nessa função também conheci o Joaquim Catalão, de quem fiquei amigo e que veio a construir a minha vivenda no Vale de Santarém.
    Os dois (Manuel Sá e Joaquim Catalão), formavam uma boa dupla! O primeiro Presidente da Direcção e o segundo Presidente da A. Geral, muito me ensinaram. De tal forma que pedi demissão do cargo ao fim de 2 meses.
    Assisti á entrada de teu pai no hospital, pois coincidiu com a minha saída, após 48 horas retido no “Tarrafal” (local do hospital onde passavam todos os que entravam de “urgência”, onde abundavam as fracturas expostas a nível de todos os membros. E até mortos!
    Ainda falamos e me despedi desejando uma boa recuperação, o que não veio a acontecer.
    Este teu texto faz-me recordar a minha despedida do meu pai, com ele internado, eu a saber que a sua situação era irreversível, eu transmitindo que iria ao Caramulo e ele, com a sua mão levantada e uma voz quase imperceptível dizia “ vais para o norte!”.
    São momentos difíceis. Mas os mesmos induzem coragem. E a coragem é a primeira das qualidades humanas, porque é a qualidade que garante as demais!
    Desejo-te a melhor saúde
    Um abraço e até breve.
    A.Marques

    De Ana Maria Rebebello da Silva
    Obrigada por esta crónica. Escreveste quase tudo que um FILHO pode escrever sobre um PAI,
    Abraços
    Ana Maria

    De José Gil

    Grande Crónica Camarada Sá

    Sublinho numa primeira leitura : (…)”chegámos à paragem do Manel d’Oliveira quando a carreira do Vinagre aparecia já na curva apertada, na subida. Viajámos até Lisboa, mas antes, na paragem em Vila Franca de Xira, compraste rebuçados de “cada-cor-seu-paladar”, que saboreei pela primeira vez. Depois de sairmos para a Rua da Palma (fizeste questão de chamar a atenção para a placa onde estava o nome da rua) seguimos de eléctrico para o Cais do Sodré, de onde saímos, eram dezenas de rapazes e familiares, para a colónia balnear, no Estoril. Foste comigo até à camarata, ajudaste-me a pôr as coisas num armário, disseste para guardar as minhas economias (levava um porta-moedas de cabedal, com catorze escudos, uma fortuna!) e a bola de borracha, cheia de veios, às cores. Disseste que não me podia distrair, que os outros podiam roubar, como na tropa”(…)

    Abraços

    De Joaquim Almeida
    Amigo Manel
    O meu muito obrigado pela linda crónica que escreveste.
    Um grande abraço do amigo
    Almeida.

    De Jacinto Serafimm
    Obrigado por partilhares comigo tão bonito texto.
    Não te conhecia esta faceta.
    Continua que é muito interessante.
    Recebe um grande abraço do Serafim.

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