ESCOLA INDUSTRIAL E COMERCIAL DE SANTARÉM – FOI HÁ 54 ANOS

Fazíamos a 4ª classe. Hoje diz-se 4º ano. Com a 4ª classe terminava, para a maioria, a vida escolar. Aprender a ler, a fazer contas… e muito mais coisas. Nem nós, na altura, dávamos muito relevo ao que aprendíamos. Um dia diziam-nos: agora vais para escola. E um dia, saíamos de lá, ao fim dos 4 anos. Ou mais, se reprovávamos. Também se dizia, se ficássemos mal. Ficar mal. Era assim. Tudo muito natural. Normal, naqueles tempos. A escola primária. Uma obrigação. Mas… um tesouro.

Só mais tarde, muitos de nós tínhamos a noção da importância e do valor de tudo isso, da escola primária. Tudo isso, onde nem tudo era bom. Mas, a escola em si, a primária, os professores, a nossa vivência ali, quatro anos ou mais, sim, um tesouro. Que era uma sementinha. Tão importante!…

Alguns não iam à escola. Os pais não os deixavam ir. Eram precisos para… ajudar. No trabalho. No campo. Para tratar do gado. Para regar as hortas. Para tratar dos irmãos mais novos. Para… Ou então, a escola ficava longe. No Alentejo, na Beira, em Trás-os-Montes, nos Açores, na Madeira… quantos quilómetros, a pé, até chegar à escola?!… E chuva. E neve. E frio. E depois… senhor professor, eu também não fui à escola… e aqui onde me vê… isto dizia o pai, ou a mãe, ou…

E assim, deu no que deu. Tudo o que fizemos e fomos, está aqui. À nossa frente. À nossa volta. Em nós. Quanto disso, está ainda no que somos e fazemos?!… Está, e vai continuar… Porque tudo o que fizemos e fomos não omite, antes evidencia, o que não fizemos e não fomos. E hoje, está evidenciado no que não fazemos e não somos.

Instrução. Educação. Desenvolvimento. Capacidades. Competências. Bem-estar. Existir… sem medo. Futuro. Pois, o que não fazemos e não somos, porque não fizemos e não fomos, está patente em tudo isso. Tudo isso, em que estamos abaixo do que devíamos. Então, é preciso mais, muito mais: aprendizagem, conhecimentos, trabalho, assunção como indivíduos, como país. Como povo.

Mas… houve ilhas de mudança, de desenvolvimento. Eu fui dar a uma dessas ilhas, após a primária. No mar difícil da iniciação à vida, então, no nosso país. Fui dar a uma dessas ilhas de esperança, de promessa, de futuro por haver. Por haver, mas à custa da instrução, da educação e do trabalho. Sim, do trabalho. E ainda bem que era assim.

Era uma ilha, onde se podia aprender para a vida um outro futuro. Onde se podia lançar a âncora para projectos de mudança. Essa ilha, foi a Escola Industrial e Comercial de Santarém, inaugurada no ano lectivo de 1956/57. Ainda assim, com o 1º período de aulas terminado.

Essa ilha era uma novidade, numa cidade e numa zona onde havia uma certa elite à volta do liceu e alguns externatos ou ateneus, para alguns o refúgio último dos que, por não estudarem, ou outras razões, chumbavam, correspondente a reprovar ou ficar mal, na primária.

Então, na minha aldeia, o professor Costa, andávamos no princípio da 4ª classe, quis saber quais eram os rapazes que queriam fazer a admissão. Ali, eram só os rapazes. As raparigas andavam na escola de cima. Nada de misturas… Bom, fazer isto, a admissão, significava ter umas aulas mais durante o dia. De manhã, era o programa da 4ª classe. De tarde, das duas às cinco, era o programa da admissão. Tudo isto para, feito o exame da 4ª classe, irmos fazer outro exame, mais puxadote, o da admissão ao Liceu ou… à Escola Industrial e Comercial. Nós é que escolhíamos. Ou então, os pais diziam, vais para ali e… ponto final!… O programa de estudo para a admissão era o mesmo.

Foi com esta informação que falei com o meu pai. Pois claro que vais, disse-me. E assim foi.  Vais para o curso industrial. E eu sem perceber nada. Só que ele já tinha ideias. Correu o ano. Fiz o exame da 4ª em Santarém. Um exame que marcava o fim de um ciclo. O da 3ª classe havia sido na minha escola primária. Aquele, no final do ciclo, era mais importante. Correu bem, o exame. E no de admissão à Escola também.

E assim, a primeira separação. Dos meus colegas da primária, uns terminaram ali os estudos escolares, outros foram para o liceu, outros, como eu, para a nova escola industrial e comercial, nascida um ano antes.

A 7 de Outubro de 1957, exactamente às oito e meia da manhã, lá me apresentei, com o meu pai, pela primeira vez, na Escola. E comigo, dezenas de raparigas e rapazes. De Santarém, Cartaxo, Almeirim, Alpiarça… e de dezenas de aldeias e pequenos lugares em redor. Uma excitação. Uma alegria. Também, timidez. Mas, para mim, mais… espanto. Olhos e ouvidos abertos, para a novidade. Para um novo mundo nas nossas vidas. Para outros mundos, que o futuro haveria de pôr na nossa frente. Se…

Só eu sei, só nós sabemos, os que lá andámos, como foi importante, para as nossas vidas, esse passo que nos ajudaram a dar. Um passo muito decisivo. Para um futuro cuja construção, todos os dias, estava nas nossas cabeças, nas nossas mãos. Porém, muito provavelmente, sem esse outro tesouro posto à nossa disposição, não teríamos ido ao encontro de objectivos maiores, uns sonhados, outros nem sequer imaginados, qual quê?!….

Vamos agora, os Ex- Alunos, realizar mais um Encontro Anual. Com os nossos Professores e Funcionários que ainda não partiram. E recordar também os que nos deixaram. Vai ser no dia 27 de Fevº, no CNEMA. Um momento de saudade, mais uma vez. Mas também, de muito são convívio. Para viver o presente e olhar o futuro. Para falar do passado, sim. Mas, também, para celebrar o dia-de-hoje. E para continuar a vitória da vida. Que a nossa Antiga Escola nos ajudou a encarar de frente.

Manuel

Edifício na Praça Visconde Serra do Pilar, próximo da Igreja de Marvila, onde ficou instalada a Escola, inaugurada em 1956.

Autor: 60emais

Português.

17 opiniões sobre “ESCOLA INDUSTRIAL E COMERCIAL DE SANTARÉM – FOI HÁ 54 ANOS”

  1. Feliz de si, que guarda tão gratas recordações dos seus tempos de escola, porque comigo não foi nada assim. Tenho histórias do meu tempo de escola primária demasiadamente tristes e nunca me esquecerei delas, eu era demasiado atenta, com a sensibilidade à flor da pele e como não poderia ter deixado de ser esta me acusava o duro impacto das cenas que me foram dadas presenciar. A primeira vez que me bateram, tinha eu sete anos, foi a minha professora, que me socou o queixo com toda a força. Esta mesma professora, um dia, deu umas duas reguadas nas tenras mãozinhas de uma neta ou sobrinha, já nem me lembro, para nos demonstrar, a nós, restantes alunas, que procedia com tal justiça que até na familiar malhava. Um acto imensamente estúpido, porque nem sequer nos apercebemos que a menina tivesse cometido alguma falta. No ano seguinte, na 2ª classe, tive direito a uma professora grávida, que logo desde os primeiros dias de aulas, destacou as duas alunas repetentes para fazerem as vezes de professora. Elas, que haviam chumbado haviam, eram agora as nossas professoras, enquanto isso a futura mamã tricotava camisolinhas, casaquinhos e botinhas fofinhas. Na 3ª claase foi quando tive uma professora digna desse nome, ensinava-nos e respeitáva-nos. Nunca lhe descortinei um acto que tivesse constituído um arremedo de humilhação, tal como a professora da 4ª classe nos fazia. Costumava rir-se sempre que nos enganávamo-nos ou ficávamo-nos atrapalhados, como se não bastasse já o gozo dos colegas. Professores a sério só os vim a conhecer quando mais tarde, já na idade adulta, retomei os estudos. Perguntaram-me algumas vezes porque havia eu interrompido os estudos, visto que aprendia tão facilm,ente e era tão interessada. Nunca tive coragem para lhes contar que nos meus tempos de criança odiava a escola, tive receio que não acreditassem nas histórias que lhes iria contar. Porque elas são muitas estas que aqui referenci, são só uma pálida amostra.

    1. Milu, obrigado pelo comentário. Um testemunho de uma experiência que, no global, não foi muito positiva. E que teve repercussões durante anos e anos. E assim, com acontecimentos desses, típicos de não-educação, mas de repressão, de falta de respeito, de diminuição e de poder discricionário sobre as crianças de então, se ia construindo, melhor, não construindo o seu futuro, o futuro do país. A pedagogia era a do medo, da reguada, do bofetão, do pontapé… de esfregar os bicos dos lápis na nossa cabeça. Arrepia, não é? Pois, isso mesmo. Eu vi fazer isso! Ali, à minha frente.
      No texto deixo dito… que nem tudo era bom. E comigo, aconteceu também. Embora em pequena escala. Mas aconteceu sobretudo à minha volta, com outas crianças, na minha escola primária. Assisti a imensas cenas dessas. A mim, os professores da primária bateram-me três vezes. E chegou, para ficar a marca. Na memória. Para sempre. Porque, além do mais, foram de uma injustiça e violência atrozes. Um dia conto aqui, como relato de algo que é um exemplo do mais negativo que se passava então nas escolas, primárias e não só.
      Essas experiências tão fortes, marcantes, negativas, são coisas que nós, os que andam à volta dos 50/60 e mais, já relativizamos um pouco, obviamente. Mas acompanharam-nos anos e anos e, como está claro, não se foram/não se vão embora da nossa cabeça.
      Tenho outras más recordações desse tipo da minha Escola Industrial e Comercial de Santarém. Uma delas também brutal, com violência da parte de um professor para comigo, quando eu já tinha… quase 17 anos. Em plena sala de aula. Um dia também vou contar. Não como mortificação. Mas como relato de um desses exemplos tão negativos, mais próprios dos tempos da Idade Média.
      Porém, não deixando de lembrar isso, até porque nos vem à cabeça, sem querermos, a Minha Escola Primária, a Minha Escola Comercial e, depois, a Faculdade (onde também muita coisa não era boa…) ajudaram-me a vir até aqui. E, apesar de tudo, com a minha vitória, sobre esses actos de violência e indignidade, perpetrados por quem devia estar no oposto disso, sempre.
      E a Milu, eu, tantos outros, vencemos isso, felizmente. Parabéns para si. Tenha um bom dia. Obrigado pela sua visita.

      Manuel

  2. Peço desculpa pelos muitos erros que constam nesse meu comentário, mas escrevi ao sabor das ideias, no momento em que me dispunha a recapitular para emendar os erros, enviei a mensagem sem querer! Azar! 😀

  3. Que beleza de imagens escritas e a fotografia da fachada daquele edifício…até parece que vejo “a porta o Sr. Magalhães, no intervalo de vender umas “folhas” ! ou a Preciosa a dar um berro já farta de tanto puto !
    Ou o Nuno Grande a meter medo às miudas com o vozeirão
    conhecido.

    Grata pelo teu trabalho e empenho !

  4. À escola que nasceu no mesmo ano em que eu nasci, 1956, e que 10 anos depois me viu entrar timidamente por aquelas portas imponentes que me deixavam aterrada perante um mundo completamente diferente da primária deixo aqui a minha homenagem.
    Da Primária guardo boas recordações. Da minha professora de malha branca no cabelo, a D. Francelina, na escola feminina de S. Salvador, em Santarém. E na 3ª classe, quando a velhinha escola caiu e que passamos para as instalações militares onde hoje é a PSP. Gratas recordações que guardo desse tempo em que tinhamos por vezes passar pela guarda militar para entrar para a sala de aula se chegassemos um pouco atrasadas – que vergonha para as miúdas de 8/9 anos passar pelos militares…
    Mas foi aquela professora, a D. Francelina, que pediu aos meus pais para me preparar para fazer o exame de admissão da 4ª classe, porque acreditou e apostou em mim. É a ela que agradeço ter ajudado a desenhar o meu futuro.

    Mas é depois deste ambiente carinhoso na escola primária que me vejo na Escola Industrial e Comercial a fazer o ciclo. Que vergonha sentia na minha timidez de 10 anos passar por aquelas portas onde os “rapazes” mais velhos diziam graçolas – onde vão esses tempos?
    Mas foi aqui, que também tive as piores recordações de professores – uma professora de Português que me agrediu com tal violência que nunca mais me esqueci da sua cara com grandes dentes ( não me recordo do nome).

    Dois anos depois tive o privilégio de participar na cerimónia de inauguração da escola nova. COm a bata azul e uma fitinha vermelha – lá estavamos nós (as mais pequeninas) alinhadas à entrada do novo edificio a receber o Senhor Presidente da Républica, Almirante Américo Tomás.

    E aqui sim, tenho belas recordações da minha adolescência dos anos 60 em que muita coisa nova despontava e que alguns professores da nova geração nos fazim despertar para novas ideias que já então corriam mundo.

    Mas após o ano complementar quis o destino que regressasse ao edificio da antiga escola, onde frequentei o Magistério Primário e onde o 25 de Abril me encontrou em 1974.
    E então foi nesta escola , neste edificio, que finalmente o mundo se abre para mim proporcionando-me todas as experiências que o 25 de Abril nos trouxe.

    É assim com grande sentimento que olho para esta fachada sempre que vou a Santarém e passo pelo largo de Marvila.
    Só tenho 50 e mais, mas partilho aqui com os “60 e mais” as minhas experiências escolares nos tempos e nos espaços comuns.
    um abraço e até sabado.

  5. Foi com muito interesse que aqui recebi o seu testemunho sobre esses tempos. Que nos prepararam para o futuro. Com “coisas” muito boas, ou somente boas, e outras nem tanto, claro. Mas a vida, como sabemos, é feita de tudo isso. E, no dia 27 Fev (está quase…) lá estaremos, para mais um Re-Encontro. Para alguns, até, será o primeiro Encontro. Ainda bem. Temos a vida, ainda, pela frente. E é bom que assim seja e que saibamos ir em frente. Obrigado. Até lá! Até sempre!
    Manuel

  6. Pessoal Antigo, desculpem a intromissão que, ainda por cima, é feita em forma de pergunta e não de comentário. Estava eu sentado à mesa com David Ventura, que já não via aí há uns trinta e muitos anos, de entre as muitas conversas que vieram à baila falámos da nossa Escola. Ele que as aulas começaram na Visconde Serra do Pilar e eu que não, as aulas começaram num anexo da camara à entrada da Rua Miguel Bombarda, paredes meias com Esquadra do Canto da Cruz. Cada um ficou na sua, a amizade intacta, mas a dúvida por esclarecer. Pergunto, algum de vós nos quer tirar do impasse? Fica um grande Obrigado e um igual Abraço do Armando Pires

    1. Ora viva, Armando. Entrei no 2º ano em que houve Escola Industrial e Comercial de Santarém, ou seja, no ano lectivo de 1957/58. A Escola teve início na Praça Visconde Serra do Pilar, no ano lectivo de 1956/57, embora as aulas se tivessem iniciado já no ano civil de 1957, no dia 22 de Janeiro. Por isso, nesse 1º ano nem houve 1º período e os programas tiveram que ser afeiçaodas a essa contingência. As aulas não começaram na data prevista, ou seja, em 7 de Outubro de 1956, porque as obras de adaptação do espaço não estavam concluídas.

      A Escola também funcionou, pelo menos para algumas disciplinas, na zona do Canto da Cruz, nessa tal rua que referes. Porém, isso foi mais tarde. Aliás, aí nesse mesmo edifício paredes-meias com com a esquadra, funcionou também a cantina e um local de convívio, onde por vezes, aos sábados de manhã, havia umas matinées dançantes e outras actividades, coordenadas pela professora Dra. Mariana Viegas, mãe do falecido actor Mário Viegas.

      É tudo o que por agora posso dizer-te. Está em fase de criação um blog dos antigos alunos da EICS. Este blog, que vai aparecer muito em breve, irá acolher todas as participações de antigos alunos, professores e funcionários e, decerto, irão também surgir questões desse tipo, que são obviamente também d emuito interesse.

      Não sei se estiveste no Encontro deste ano, 2010. Porém, posso desde já informar-te que o próximo Encontro será no dia 26 de Fev 2011, em local a designar e que será oportunamente divulgado. Ficamos com apontamento do teu nome e endereço electrónico, assim como do de David Ventura, para futuros contactos. Entretanto, até breve. Abraço.

      Manuel

    2. Responder a Armando pires
      Se a memoria não ma atraiçoa, eu começei na Escola em 7 de Outubro cxde 1957, e não me lembro de aulas no Edificio do Canto da Cruz onde era o antigo Tribunal, julgo é que era lá o refeitório.
      Em 1965 quando entrei para os Serviços Municipalizados, ainda havia algum espólia, mas era da antiga Mocidade Portuguesa.

  7. Manuel.
    Para já um muito obrigado pela resposta e pela sua celeridade.
    Fui um dos alunos fundadores da escola, com o número 27.
    Para ser franco, não me recordo dessa “operação de transfega” de parte das aulas para o tal edifício da Câmara, junto ao Canto da Cruz.
    Tenho a certeza absoluta de ter tido lá aulas de desenho, com um meco cujo nome não me recordo, e aulas de história com o prof. Claudio Andorinha.
    Julgava que a coisa tinha ali começado enquanto se preparavam as instalações da Visconde Serra do Pilar.
    Agora que lhe faz referência, recordo-me da cantina e das matinées dançantes.
    No fundo, no fundo, de tudo me lembro, mas aquela do local exacto do início das aulas é que me falhou.
    Um grande abraço do
    armando pires

    1. Ora a est uma “coisa” que temos que saber com exactido. O prof. Cludio Andorinho, que costuma ir aos nossos Encontros (ainda l esteve no ltimo) poder dar informao certa. E outros fundadores tambm tm uma palavra a dizer. Vou por-me a caminho para saber isso.

      Obrigado.

      Grande abrao Colega Pires.

  8. Gratíssimo, ó Manel, e eu à espera.
    E o David também, porque da resposta depende saber quem paga o almoço apostado.
    Ólarilólé!
    armandopires

  9. Boa tarde queridos Colegas:

    Não poderia deixar de escrever algumas linhas sobre a minha passagem pela escola, a nossa escola, a velhinha escola.
    Meu pai era funcionário da CP e exercia as suas funções na estação de Santarém. Nessa altura,residia na Ribeira de Santarém na Praça Oliveira Marreca. Como estava ainda em idade de primária, frequentei a escola primária da Ribeira. A admissão ao ciclo foi feita na nossa velhinha escola.frequentei e tenho memória da minha turma do 2º ano turma A nos anos 1959/1960 com o nº 392. Terei algures algumas fotos da altura. No entanto, disponho neste momento do cartão da escola e uma foto da minha turma onde estão: O diretor na altura: Dr. Benjamim Gonçalves, Drª Florinda Jacob e o Dr. Alfredo Leitão. Se tiverem interesse, digam por favor como as poderei enviar. Forte abraço para todos e Bom Ano.José Raimundo

  10. Caro José Raimundo,

    Obrigado por teres vindo ao meu blog 60emais, com o teu comentário sobre a Escola Industrial e Comercial de Santarém, o qual publiquei no blog da E.I.C.S., que se chama Alfageme Santarém e que poderás ler em http://alfagemesantarem.wordpress.com.

    Entretanto vamos comunicar contigo através do mail da Escola, assim como anotaremos os teus dados na nossa base, para contactos daqui para a frente.

    Grande abraço,

    Manuel João Sá

  11. Procuro entre os colegas da Escola dois irmão que moravam na calçada da Atamarma, que se chamavam Virgilio e salvo erro Julieta,eu residia no Largo Men Ramires em casa do meu avô Custódio.
    Estes dois irmaõs são ou eram filhos de um senhor que era policia e que tinha a alcunha de ” Dente de Ouro ”
    Tenho FacebooK ” Custódio Alexandre Silva
    Tenho Email : custódioalexandresilva@live.com.pt

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